Igreja da Memória

1760, 16 de Setembro foi a sagração da primeira pedra da futura igreja de Nossa Senhora do Livramento e de São José, a construir segundo projecto do Arquitecto italiano Giovanni Carlo Sicinio Bibiena, mandou construir o Rei D.José, por ter escapado com vida ao atentado de 3 de Setembro de 1758.
Em 1762 as dificuldades económicas do país implicam a paragem das obras da igreja e só em 1781 se discute o retomar das obras e a necessidade de conclusão da igreja com o Arquitecto das Obras Públicas, Reynaldo Manuel dos Santos, escolhendo-se o Arquitecto Mateus Vicente de Oliveira para dar continuidade às obras, o qual introduzirá alterações ao projecto de Bibiena.
Em 1785 ainda decorriam as obras, embora estando estas certamente muito próximas da sua conclusão.
Em 1951 a igreja reabre ao público; esteve encerrada durante muitos anos, servindo de armazém de cereais.
Em 1985, a 23 de Abril, encerra de novo, devido à queda de um raio que danificou muito o imóvel, nomeadamente a balaustrada e o zimbório.
Em 1991, foi atribuído à DGEMN o «Diploma of Merit» por parte da EUROPA NOSTRA (International Federation of Associations for the Protection of Europe's Cultural and Natural Heritage) pela sua intervenção e restauro.

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