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Marcas na Lisboa

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Quem é que nos dias de hoje se lembra de ver o homem que vende oregãos de bicicleta pelas ruas da cidade?

Lisboa recebe versão dos Jogos Sem Fronteiras a 26 de Maio

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A cidade de Lisboa recebe uma etapa do City Chase, uma versão moderna dos Jogos Sem Fronteiras, a 26 de Maio, estando já abertas as inscrições para as duplas participantes, com o limite de 300 vagas. «A prova, que se vai realizar pela primeira vez em Portugal, aceita participantes com idade igual ou superior a 18 anos, podendo organizar-se duplas de dois homens, duas mulheres ou mistas», explicou Paulo Leite, director da empresa Sports4all, que organiza o evento em Lisboa. De acordo com o responsável, «haverá entre 12 a 15 desafios em alguns dos mais emblemáticos pontos da capital, mas a primeira equipa a superar 10 desafios pode dirigir-se à meta», que será no Parque das Nações, onde tem também lugar o arranque da prova. «Desinibição e agilidade do corpo e da mente vão ser fundamentais para que os participantes consigam responder aos vários desafios físicos e intelectuais«, garante a organização. «Trata-se de uma prova onde a definição de estratégias é crucial, sendo permitido a cada...

Lisboa: Observatório da pobreza na cidade apresentado amanhã

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Um novo observatório da pobreza em Lisboa vai ser apresentado sexta-feira, comprometendo-se a conhecer de forma inovadora as condições precárias de vida «a partir das próprias pessoas», disse à Agência Lusa o seu coordenador, Sérgio Aires. O Observatório de Luta contra a Pobreza na Cidade de Lisboa surge através de uma parceria entre a secção portuguesa da Rede Europeia Anti-Pobreza e a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. Sérgio Aires explicou que o trabalho do Observatório será conhecer «os problemas a partir das próprias pessoas» e com os dados recolhidos «despoletar novas políticas e melhorar as já existentes». «A forma de conhecer os problemas tem que ser nova, conhecendo todos os actores no terreno e com uma observação sistematizada», disse. Sérgio Aires destacou a preocupação com a pobreza extrema e, num âmbito mais vasto, a exclusão social e a descriminação. Para já, como «experiência-piloto», o Observatório vai funcionar com «recursos mínimos», com coordenador e um técnico da...

Um sonho que comanda a vida das colinas de Lisboa à beira-rio

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Levaram-nos ao Chapitô os 25 anos que festejou ao longo de 2006, com vista ao ponto da situação presente da sua actividade social, formativa e cultural. Voltámos com o horizonte aberto ao futuro: até final do ano, Teresa Ricou, a mulher-palhaço Teté e alma mater da instituição lisboeta, espera que o projecto - nascido em Santa Catarina e transferido em 1986 para a morada actual na Costa do Castelo - dê outro passo, a desdobrar as insuficientes instalações para espaço mais amplo, num armazém das docas de Santos. Objectivos enunciados: "Consolidar cada vez mais o projecto, para poder dar o salto para o Chapitô Rio [designação do novo espaço], talvez em finais do ano, num barracão do Porto de Lisboa, a recuperar, para duplicar o espaço", explica Teresa Ricou ao DN. Nessas instalações, exemplifica, haverá outra vertente de ensino artístico, com "escola de música rock e concertos", sob orientação de Zé Pedro (Xutos e Pontapés) e também passa para lá "o quarto ano do...

Lisboetas...

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Lanchinho no jardim enquanto os netos brincam...

Degelo do Ártico pode afundar Lisboa em poucas décadas

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Se o aquecimento global provocar um degelo severo da calote polar do Ártico, a baixa de Lisboa poderá ficar submersa em seis metros de água dentro de poucas décadas. O alerta foi hoje lançado pela associação ambientalista Quercus que, para assinalar o segundo aniversário da entrada em vigor do protocolo de Quioto, colocou no arco da Rua Augusta uma régua com sete metros de altura com marcas da subida do nível do mar estimadas em vários cenários. «A subida mais provável do nível do mar, quer à escala mundial quer em Portugal, estimada em estudos científicos é de 1,10 metros até 2080, mas o que é facto é que se houver um degelo do árctico, temos uma subida de seis metros, quase metade da altura do arco da Rua Augusta, em 34 anos», disse o dirigente da Quercus Francisco Ferreira. Para a organização ambientalista, as alterações climáticas e o aquecimento global são «o principal problema, não só ambiental, mas também social e económico, que a Terra enfrenta». O alerta lançado pela Quercus p...

Jóias «históricas» em exposição

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Uma exposição da Cartier com 230 peças que mostram o evoluir da joalharia na primeira metade do século XX e que inclui jóias que pertenceram à actriz Gloria Swanson e à duquesa de Windsor é hoje inaugurada na Galeria de Exposições Temporárias do Museu Gulbenkian. A exposição «Cartier 1899-1949. O Percurso de um Estilo» conta com jóias, relógios e objectos de luxo diversificados criados pela famosa casa de joalharia fundada, em 1847, em Paris. No ano em que a fundação comemora o 50º aniversário, a exposição também pretende mostrar a faceta de coleccionador de jóias de Calouste Gulbenkian, que comprou várias peças à Cartier, das quais cinco estão agora expostas. São elas o pendente Coluna Grega, que será capa do catálogo; um alfinete de chapéu com grande pérola barroca; um conjunto de pendentes; um anel; um diamante cor-de-rosa.Embora a Fundação integre apenas estas cinco peças, os visitantes serão remetidos para o núcleo Gulbenkian de René Lalique, internacionalmente considerada como um...

Espectáculo Cómico Taurino Musical em Lisboa

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Um Espectáculo Cómico Taurino Musical vai ter lugar já no próximo domingo (18 de Fevereiro), no Campo Pequeno, em Lisboa. O evento tem início agendado para as 15h30 e inclui ainda a realização da grande final do concurso “à procura de novos toureiros”. PROGRAMA: “No dia 18, às 15h30, actuarão os cavaleiros amadores Paulo d’Azambuja e Tiago Carreiras e os forcados amadores de Monsaraz, capitaneados por Mário Gomes. Exibe-se também o espectáculo cómico-taurino-musical “Popeye torero e os seus anões marinheiros”. Sairão dois novilhos para os cavaleiros e dois para os toureiros cómicos. A grande expectativa que este concurso criou permite anunciar uma série de iniciativas que as mais importantes empresas tauromáquicas do país e outras entidades, tomaram em relação ao triunfador, a saber: - Tertúlia “A Piriquita” de Arruda dos Vinhos, foi a primeira entidade a disponibilizar-se para integrar o triunfador, no festival que organiza dia 1 de Abril, com a possibilidade de debutar também em Espa...

Freguesia dos Mártires

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A freguesia dos Mártires é a mais antiga de Lisboa, instituída ao tempo da conquista da cidade aos mouros em 1147. Ali se instalou o acampamento dos cruzados estrangeiros, em concertação com o arraial das tropas de D. Afonso Henriques, instalado na colina oposta, a oriente do castelo, em S. Vicente e na Graça. Com a integração de Lisboa no território nacional, constituiu-se a primeira paróquia da invocação de Nossa Senhora dos Mártires e construiu-se a primitiva igreja que o terramoto arrasou por completo. A sua localização era um bocado diferente da actual, situando-se a sueste da colina, a sul do actual Largo da Academia Nacional de Belas Artes. A freguesia primitiva englobava toda a zona ocidental da cidade, constituída por arrabaldes e por pequenas aldeias e simples casais ou sítios espalhados ao longo do rio e junto dos caminhos rurais. De 1217 a 1398 foram aqui fundados os conventos de S. Francisco, do Espírito Santo da Pedreira, da Trindade e do Carmo. A importância que a área a...

Rádio Renascença

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Estação de rádio de inspiração cristã, teve como principal obreiro o Padre Lopes da Cruz. Iniciou as suas emissões experimentais em 1936, tendo começado, dois anos depois, a emitir diariamente em OM e OC. Começou as emissões em FM na década de 60. Passou por várias vicissitudes depois do “25 de Abril”, mas manteve-se sempre propriedade da Igreja Católica. Emite nas seguintes frequências: RFM 93.2 e RR CANAL 1 103.4 , 105.8 e 90.2 Rua Capelo, 5, 2º.

Basílica dos Mártires

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Situada na Rua Garrett, a Basílica de Nossa Senhora dos Mártires, tal como a temos hoje, é uma edificação integral do século XVIII, da autoria do arquitecto Reynaldo dos Santos. Começou a ser construída em 1769 e ficou concluída em 1786. No interior destaca-se o tecto, em abóbada de arco, revestido de larga composição pictórica da autoria de Pedro Alexandrino. No baptistério, protegido por uma porta de ferro dourado, pode-se ler a seguinte inscrição: “Nesta paróquia se administrou o primeiro baptismo depois da tomada de Lisboa aos Mouros no ano de 1147”. O órgão, atribuído a Silvério Machado (1780), foi recentemente restaurado em iniciativa da Fundação Gulbekian e é considerado um dos melhores do país.

Convento / Tribunal da Boa Hora

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O convento foi fundado em 1633 por D. Luís de Castro do Rio, mecenas, no antigo sítio conhecido por Pátio das Comédias contíguo ao Palácio do Conde de Barbacena. Por volta de 1630 albergaram-se 13 padres dominicanos irlandeses até serem transferidos para uma nova casa no Corpo Santo em 1659.O convento foi então cedido aos irmãos Oratonianos da Congregação de S. Filipe de Néri que aí permaneceram até 1677. Após essa data transferiram-se para o Convento da Boa Hora os Reverendos Agostinhos Descalços, que entraram em Portugal sob a protecção da rainha D. Luisa de Gusmão. Com o terramoto de 1755, ficou o edifício muito danificado sofrendo uma reconstrução posterior. Com a extinção das Ordens Religiosas em 1834, o convento serviu de quartel do 1º Batalhão dos Voluntários do Comércio, passando para a posse da então chamada Guarda Nacional de Lisboa e por fim a Tribunal, na dependência do Ministério da Justiça.

Grémio Literário

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Fundado em 1846, por Almeida Garrett e Rodrigo da Fonseca Magalhães, esta instituição ficou ligada desde sempre a grandes nomes da cultura portuguesa, dos séculos XIX e XX, como Eça de Queiroz, Ramalho Ortigão e outros. É hoje uma agremiação de elites, uma espécie de tradução portuguesa dos tradicionais clubes ingleses. Rua Ivens, 37

Teatro de S. Luis

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A 22 de Maio de 1894, os lisboetas acorreram em alvoroço à estreia de um novo teatro. No entanto, a maior parte dos convivas ficou à porta para ver entrar o Rei D. Carlos e a Rainha Dona Amélia, madrinha do novo espaço que, em homenagem a Sua Majestade, tomava o seu nome. Sala cosmopolita, cujos foyers eram visitados pela sociedade elegante da época, o então D. Amélia era o palco que acolhia companhias estrangeiras e as maiores figuras do Teatro europeu da altura. Após 1910, com a queda da Monarquia, implantava-se a República e para comemorar o feito o Teatro tomava o nome da nova ordem política. A partir de então e até à década de 30, o Teatro foi o palco de eleição de artistas nacionais, como João e Augusto Rosa, Eduardo Brazão, Rosa Damasceno, Angela Pinto, Lucinda Simões, Adelina Abranches, Palmira Bastos ou Amélia Rey Colaço. Nessa época, o Teatro descobria o Modernismo pela mão de Almada Negreiros declamando com o aplauso de Fernando Pessoa. Em 1918, o Teatro homenageia aquele q...

Museu do Chiado

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O Museu do Chiado sucedeu ao Museu Nacional de Arte Contemporânea, fundado em 1911. Após o incêndio de 1988, e com o apoio do Estado francês que financiou o projecto de arquitectura de Jean-Michel Wilmote, todo o museu foi renovado, acrescentando um velho edifício de armazéns posterior ao terramoto de 1755, donde se aproveitou as abóbadas rústicas e um conjunto de fornos de pão. Com origem no espólio do anterior museu, a colecção do Museu do Chiado constituiu o mais importante conjunto de pintura, escultura e desenho de artistas portugueses, entre 1850 e 1950. Ali se viaja desde o Romantismo ao Naturalismo, acabando-se, já no século XX, nos ciclos do Modernismo e da geração de Orpheu. Rua Serpa Pinto , 4

Palácio Ferreira Pinto

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Erguido nos finais do século XVIII, foi morada do Ministro de França e, durante as invasões francesas, do General Junot. Albergou dois hotéis, o de Itália e o Mata, e foi sede do Ministério do Reino por volta de 1860.

Teatro Nacional de S. Carlos

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Inaugurado em 30 de Junho de 1793, construído em honra de Carlota Joaquina por iniciativa de um grupo de abastados comerciantes e com o beneplácito do poderoso Intendente Pina Manique. Na ocasião cantou-se a ópera do compositor napolitano Cimarrosa, La Ballerina Amante. A traça neoclássica é de José Costa e Silva que se inspirou nos teatros de S. Carlos de Nápoles e no Scala de Milão e o enquadrou numa praça de harmoniosa proporcionalidade. Por ali passaram nomes míticos do belo canto, como Luisa Todi, Adelina Patti, Maria Callas, Joan Sutherland, Beniamino Gigli, Alfredo Krauss, etc. Uma história curiosa está ligada à soprano Elizabetta Gafforini que se apresentava com enormes cabeleiras. Daí a corruptela “gaforina” aplicada aos cabelos profusos e revoltos.

Lenços dos Namorados em Lisboa

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Uma exposição de «Lenços dos Namorados» está aberta ao público no espaço de «A Arte da Terra», junto à Sé Velha de Lisboa, e poderá ser visitada até ao dia 28 de Fevereiro. A exposição reúne algumas dezenas de lenços originais dos séculos XVII e XVIII que foram recuperados, nos últimos anos, na zona de Vila Verde. Os tradicionais «lenços dos namorados» eram bordados pelas mulheres nas aldeias da região minhota com diversos motivos e frases de amor para serem oferecidos aos maridos e namorados. Como curiosidade fique-se a saber que é provável que a origem dos "lenços dos namorados" ou "lenços de pedidos" esteja nos lenços senhoris do Séc. XVII – XVIII, adaptados depois pelas mulheres do povo, dando-Ihes consequentemente um aspecto popular característico. Antes de tudo, eles faziam parte integrante do trajo feminino e tinham uma função fundamentalmente decorativa. Eram lenços geralmente quadrados, de linho ou algodão, bordados segundo o gosto da bordadeira. Mas não é...

Postais...

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Miradouro de Santa Luzia

"Meia" de Lisboa fortíssima

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A Meia-Maratona de Lisboa, a realizar-se no próximo dia 18 de Março, será fortíssima a avaliar pelos nomes (20 masculinos e 10 femininos, 23 dos quais quenianos!) ontem avançados por Carlos Móia na apresentação da 17.ª edição da prova. Estarão presentes vencedores recentes das cinco principais maratonas do Mundo, além de campeões mundiais e últimos vencedores em Lisboa. Novos patrocinadores e melhoria de contratos existentes possibilitaram ao Maratona Clube de Portugal aumentar as verbas para atletas. E, assim, participarão os últimos vencedores de quatro das cinco grandes maratonas: os quenianos Robert Cheruyot (Boston e Chicago) e Philip Manyim (Berlim) e o brasileiro Marilson dos Santos (Nova Iorque). Só não estará o último vencedor de Londres (Félix Limo) mas virá o vencedor de 2005, Martin Lel, por sinal um dos dois únicos atletas que já ganharam duas vezes a “Meia” de Lisboa (o outro é Paul Tergat). Além destes, foram ainda anunciados os nomes do campeão mundial de 2003 e 2005, o...