Olivais e as marchas populares
Desde 1965, o Centro de Cultura e Desporto dos Olivais Sul (CCDOS) organiza a Marcha Popular dos Olivais, tendo já obtido algumas classificações honrosas. Fundado em 2 de Maio de 1964, o CCDOS, tem essencialmente preocupações de carácter desportivo e social. No plano desportivo, o Clube marcou presença numa série de modalidades incluindo ténis de mesa, basquetebol, andebol e futebol. No atletismo e na ginástica desportiva sobressaem vários recordistas nacionais, dois dos quais conseguiram as marcas mínimas necessárias para estarem presentes nos Jogos Olímpicos de Seul. Também a pesca desportiva merece destaque, pois foi três vezes campeã nacional.
MARCHA DOS OLIVAIS
(Hortelãs e Hortelãos)
“Olivais que a marcha entoa / Renovado dia a dia: / Foste horta em Lisboa; / És guião : serves de guia.Bandeirinhas tremulando, / Corações a palpitar ! / Sementinha germinando, / Vidas duras, doce amar !
(Refrão)
Hortelã e hortelãos ... / Foi o nosso começar ! / Coração nas nossas mãos, / P’lo futuro a trabalhar !
Couves, nabos, rabanetes, / Uvas doces, coisa boa ! / Plantámos, fomos crescendo, / Fizemos crescer Lisboa ! / Toca a banda no Coreto, / Dançam pares ao redor ... / Trabalhar e divertir, / Tratar d’ hortas com amor !
(BIS)
E nos serões, ocarinas / Reunidas, musicavam; / Moças novas em cantigas / Enquanto os pares dançavam !Olivais ! ... Ó terra querida, / Que passado ! Realeza !... Vida, que vida, óh Vida !?... / Povo nobre, que nobreza !...Verdes campos, malmequeres, / Entre olivedos ... Olivais / Bairro novo ... Hortas antigas: / Exemplo p’ra muito mais !!?”
(Refrão)
Hortelã e hortelãos ... / Foi o nosso começar ! / Coração nas nossas mãos, / P’lo futuro a trabalhar !
Couves, nabos, rabanetes, / Uvas doces, coisa boa ! / Plantámos, fomos crescendo, / Fizemos crescer Lisboa ! / Toca a banda no Coreto, / Dançam pares ao redor ... / Trabalhar e divertir, / Tratar d’ hortas com amor !
(BIS)
E nos serões, ocarinas / Reunidas, musicavam; / Moças novas em cantigas / Enquanto os pares dançavam !Olivais ! ... Ó terra querida, / Que passado ! Realeza !... Vida, que vida, óh Vida !?... / Povo nobre, que nobreza !...Verdes campos, malmequeres, / Entre olivedos ... Olivais / Bairro novo ... Hortas antigas: / Exemplo p’ra muito mais !!?”
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