Os rostos de Lisboa em livro, pela face medieval
As pessoas que circulavam na Lisboa medieval e a quem o cronista Fernão Lopes designava de 'arraia-miúda' e 'ventres ao Sol' são o centro do livro Lisboa medieval - Os rostos da cidade.«Procurámos dar a conhecer as pessoas que circulavam na cidade, caracterizar o pulsar de Lisboa e não tanto as famílias ricas ou ligadas ao governo da cidade», explicou João Luís Fontes, um dos coordenadores da obra editada pelos Livros Horizonte.
Lisboa medieval reúne as comunicações apresentadas no II Colóquio 'A nova Lisboa medieval', realizado há três anos, «que propôs uma nova perspectiva sobre a história da cidade, já não tanto a monumentalidade e a arqueologia, mas sim procurar dar a conhecer quem circulava nas ruas de Lisboa», sublinhou João Luís Fontes que coordenou este volume com Luís Filipe Oliveira e Luís Krus, falecido a 5 de Junho de 2005.
«Este colóquio seguiu o projecto de Luís Krus de propor um novo olhar científico sobre o passado da cidade, mais do ponto de vista da História Social, e permitiu ainda a troca de ideias de investigadores das várias universidades portuguesas», disse.
O volume reúne 31 comunicações de igual número de investigadores, num total de 463 páginas.
Entre os destaques deste volume, João Luís Fontes referiu «a atenção dada aos grupos sociais da cidade, uma nova abordagem das congregações religiosas, revelando por exemplo a existência de emparedadas e de eremitas na cidade e ainda o papel das regateiras e das vendedoras de comércio miúdo».
Segundo o investigador, na Lisboa medieval existiam, «o que até então não se sabia», algumas «emparedadas», isto é, mulheres que se encerravam numa casa sob a protecção de uma paróquia e que viviam apenas de esmolas.
Segundo Fontes, existiam nesses tempos «cerca de sete ou oito», mais que os eremitas encontrados.
Os eremitas «seriam uns quatro ou cinco» e encontram-se referências da sua existência na Graça, nos Mártires, em S. Francisco e na Trindade.
As regateiras, num texto da historiadora Iria Gonçalves, são, assim como as padeiras «e muitas outras», exemplo da «autonomização do trabalho feminino».
O ponto de partida da investigadora é a seguinte questão: «Quem seriam essas mulheres que assim conseguiam autonomizar-se e ganhar uns laivos de independência à custa do seu labor?».
Procurando responder, Iria Gonçalves vai caracterizando essas trabalhadoras que calcorreavam as ruas «da cidade que se ia tornando cada vez mais metropolita».
Por outro lado, acrescentou o investigador, «o estudo social de Lisboa faz notar que quem se evidenciava no governo da cidade ou na vida económica e social chegava mais depressa à Corte, isto é a cidade de Lisboa era um trampolim para estar mais junto do Rei, que era o centro do poder».
A Lisboa dessa época desenhava-se «entre o Castelo e S. Vicente de Fora (o extremo Oriental), o Castelo actual Martim Moniz e Rossio (ponta Norte), subia-se até à Trindade, S. Francisco e não passava além do Cais do Sodré (extremo Ocidental)».
A zona de Santos era fora das portas da cidade e Belém e Restelo, «apesar de referenciados à cidade, eram tratados absolutamente à parte».
«Lisboa era já uma cidade mercantil, essencialmente nos tratos entre o Mediterrâneo e o Norte da Europa, claramente virada para o rio e com as actividades portuárias muito activas», disse João Luís Fontes.
O investigador reconhece que «todavia estão ainda pouco estudadas certas áreas, nomeadamente os grupos de estrangeiros que até constituíram grémios em Lisboa, como os flamengos, alemães ou os genoveses, sabendo-se que mouros e judeus estavam circunscritos».
Lisboa medieval reúne as comunicações apresentadas no II Colóquio 'A nova Lisboa medieval', realizado há três anos, «que propôs uma nova perspectiva sobre a história da cidade, já não tanto a monumentalidade e a arqueologia, mas sim procurar dar a conhecer quem circulava nas ruas de Lisboa», sublinhou João Luís Fontes que coordenou este volume com Luís Filipe Oliveira e Luís Krus, falecido a 5 de Junho de 2005.
«Este colóquio seguiu o projecto de Luís Krus de propor um novo olhar científico sobre o passado da cidade, mais do ponto de vista da História Social, e permitiu ainda a troca de ideias de investigadores das várias universidades portuguesas», disse.
O volume reúne 31 comunicações de igual número de investigadores, num total de 463 páginas.
Entre os destaques deste volume, João Luís Fontes referiu «a atenção dada aos grupos sociais da cidade, uma nova abordagem das congregações religiosas, revelando por exemplo a existência de emparedadas e de eremitas na cidade e ainda o papel das regateiras e das vendedoras de comércio miúdo».
Segundo o investigador, na Lisboa medieval existiam, «o que até então não se sabia», algumas «emparedadas», isto é, mulheres que se encerravam numa casa sob a protecção de uma paróquia e que viviam apenas de esmolas.
Segundo Fontes, existiam nesses tempos «cerca de sete ou oito», mais que os eremitas encontrados.
Os eremitas «seriam uns quatro ou cinco» e encontram-se referências da sua existência na Graça, nos Mártires, em S. Francisco e na Trindade.
As regateiras, num texto da historiadora Iria Gonçalves, são, assim como as padeiras «e muitas outras», exemplo da «autonomização do trabalho feminino».
O ponto de partida da investigadora é a seguinte questão: «Quem seriam essas mulheres que assim conseguiam autonomizar-se e ganhar uns laivos de independência à custa do seu labor?».
Procurando responder, Iria Gonçalves vai caracterizando essas trabalhadoras que calcorreavam as ruas «da cidade que se ia tornando cada vez mais metropolita».
Por outro lado, acrescentou o investigador, «o estudo social de Lisboa faz notar que quem se evidenciava no governo da cidade ou na vida económica e social chegava mais depressa à Corte, isto é a cidade de Lisboa era um trampolim para estar mais junto do Rei, que era o centro do poder».
A Lisboa dessa época desenhava-se «entre o Castelo e S. Vicente de Fora (o extremo Oriental), o Castelo actual Martim Moniz e Rossio (ponta Norte), subia-se até à Trindade, S. Francisco e não passava além do Cais do Sodré (extremo Ocidental)».
A zona de Santos era fora das portas da cidade e Belém e Restelo, «apesar de referenciados à cidade, eram tratados absolutamente à parte».
«Lisboa era já uma cidade mercantil, essencialmente nos tratos entre o Mediterrâneo e o Norte da Europa, claramente virada para o rio e com as actividades portuárias muito activas», disse João Luís Fontes.
O investigador reconhece que «todavia estão ainda pouco estudadas certas áreas, nomeadamente os grupos de estrangeiros que até constituíram grémios em Lisboa, como os flamengos, alemães ou os genoveses, sabendo-se que mouros e judeus estavam circunscritos».
Comentários
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Resistência Portuguesa Militar e Civil Anti Pide/D.G.S.E. -----
Liberdade, Democracia, Justiça, Imprensa, Direitos Humanitários. Sim.
Ditaduras, PIDE/D.G.S.E., Tortura, Fome, Corrupção. Não Obrigado.
Peço Asilo Político, Dinheiro, Doente e Invalido com Fome em Tribunal com Dívidas.
Enviar dinheiro para a Anti Pide/D.G.S.E..
Sr. Godinho --- Dornacherstrasse, 245 --- CH 4053 Basel --- Suisse. -----
Se não pode impôr a paz, pode convencer pelo exemplo. -----
Peço Asilo Político. -----
Donativos para a Resistência Portuguesa Militar e Civil Anti Pide/D.G.S.E..
Hilário Vicente Rosa Godinho --- Conta de Épargne UBS CHF --- Nº conta 233-691451.M1F --- Nº de cliente 233-691451 --- Iban CH21 0023 3233 691451M1F --- SWIFT Adresse (BIC): UBSWCHZH80A --- UBS AG --- Postfach, CH 4053 Basel --- Suisse. --- Ou ---
Sr. Godinho --- Dornacherstrasse, 245 --- CH 4053 Basel --- Suisse. ---
Telefone: 0041 765 450 994. Comuniquem na Imprensa Mundial. Eu falo Português, E também Francês. -----
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Peço Asilo Político, Je demande Asile Politique, Ich verlange politisches Asyl, I ask for Political asylum
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Résistance Portugaise Militaire et Civil Anti Pide/D.G.S.E. -----
Liberté, Démocratie, Justice, Presse, Droits Humanitaires. Oui.
Dictatures, PIDE/D.G.S.E., Torture, Faim, Corruption. Non Merci.
Je demande Asile Politique, l'argent, le malade et l'invalide avec la faim devant le tribunal avec des dettes.
Envoyer argent pour l'Anti Pide/D.G.S.E..
Mr. Godinho --- Dornacherstrasse, 245 --- CH 4053 Basel --- Suisse. -----
Si ne peut pas imposer la paix, peut convaincre par l'exemple. -----
Je demande Asile Politique. -----
Donations pour la Résistance Portugaise Militaire et Civil Anti Pide/D.G.S.E..
Hilário Vicente Rosa Godinho --- Compte d'Épargne UBS CHF --- Nº de compte 233-691451.M1F --- Nº de client 233-691451 --- IBAN: CH21 0023 3233 6914 51M1F --- SWIFT Adresse (BIC): UBSWCHZH80A --- UBS AG --- Postfach, CH 4053 Basel --- Suisse. --- Ou ---
Mr. Godinho --- Dornacherstrasse, 245 --- CH 4053 Basel --- Suisse. ---
Téléphone: 0041 765 450 994. Communiquent dans la Presse Mondiale. Je parle Portugais, Et aussi Français. -----
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Peço Asilo Político, Je demande Asile Politique, Ich verlange politisches Asyl, I ask for Political asylum
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Widerstand Portugiesisches Militärisches und Zivilist Anti Pide/D.G.S.E. -----
Freiheit, Demokratie, Justiz, die Presse, Humanitäre Rechte. Ja.
Diktaturen, PIDE/D.G.S.E., Tortur, Hunger, Bestechung. Nein Danke.
Ich verlange politisches Asyl, das Geld, Kranke und Invalide mit dem Hunger vor dem Gericht mit Schulden.
Senden Geld für Anti Pide/D.G.S.E..
Herr. Godinho --- Dornacherstrasse, 245 --- CH 4053 Basel --- Schweiz. -----
Wenn nicht aufdrängen kann der Frieden, kann durch das Beispiel überzeugen. -----
Ich verlange politisches Asyl. -----
Schenkungen für den Widerstand Portugiesisches Militärisches und Zivilist Anti Pide/D.G.S.E..
Hilário Vicente Rosa Godinho --- Compte d'Épargne UBS CHF --- N° des Kontos 233-691451.M1F --- Nº des Kunden 233-691451 --- IBAN: CH21 0023 3233 6914 51M1F --- SWIFT Adresse (BIC): UBSWCHZH80A --- UBS AG --- Postfach, CH 4053 Basel --- Schweiz. --- Oder ---
Herr. Godinho --- Dornacherstrasse, 245 --- CH 4053 Basel --- Schweiz. ---
Telefon: 0041 765 450 994. Teilen in der weltweiten Presse mit. Ich spreche Portugiesisch, Und auch Französisch. -----
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Peço Asilo Político, Je demande Asile Politique, Ich verlange politisches Asyl, I ask for Political asylum
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Resistance Portuguese Military and Civil Anti Pide/D.G.S.E. -----
Freedom, Democracy, Justice, The Press, Humane Rights. Yes.
Dictatorships, PIDE/D.G.S.E., Torture, Hunger, Corruption. Not Thank You.
I ask for Political asylum, Money, Sick and Invalid with Hunger in Court with Debts.
To send money for the Anti Pide/D.G.S.E..
Sir. Godinho --- Dornacherstrasse, 245 --- CH 4053 Basel --- Suisse. -----
If it can not impose peace, can convince by example. -----
I ask for Political asylum -----
Donations for the Resistance Portuguese Military and Civil Anti Pide/D.G.S.E..
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