Sensor de ADN amigo do ambiente
Investigadores portugueses produziram pela primeira vez um método de detecção de ADN usando uma vulgar impressora de jacto de tinta, com recurso a materiais e tecnologia de baixo custo e amigos do ambiente. O novo sensor foi desenvolvido por uma equipa conjunta do departamento de Ciência dos Materiais e Ciências da Vida da Univ. Nova de Lisboa.O elemento sensorial, explica Elvira Fortunato, responsável pelo projecto, 'é feito com dióxido de titânio, um material usado nas pastas dos dentes, por exemplo, e foi depositado por uma simples impressora de jacto de tinta', explica. O funcionamento do sensor é muito parecido com o que ocorre na fotossíntese, porque imita a forma como as plantas retiram energia da radiação solar. 'O que fizemos foi remover as tintas dos tinteiros da impressora e introduzir neles uma solução à base de dióxido de titânio e com isso fizemos um sensor', resumiu a investigadora.
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