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A avenida mais «chique» de Lisboa

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Meia centena de comerciantes criaram uma associação, hoje apresentada, para dinamizar o comércio, a cultura e o lazer na Avenida de Roma, em Lisboa, que pretendem promover como uma zona «chique». O lançamento de um cartão de descontos nas lojas associadas, o sorteio de um automóvel, um concurso de montras e a criação de uma árvore de solidariedade no Natal são algumas das iniciativas da recém-criada Associação para a Promoção da Avenida de Roma, que pretende reunir 200 lojistas daquela zona até ao final do ano. Sob o lema, «É chique... aqui!», os lojistas querem transmitir a ideia de que a Avenida de Roma e zona envolvente estão na moda e voltarão a ser um «espaço privilegiado de compras e lazer», estatuto de que já usufruíram, explicou o presidente da direcção da associação, Pedro Pinto. Por outro lado, equipamentos culturais como o teatro municipal Maria Matos, o Fórum Lisboa e os cinemas King e Londres «possibilitam a atracção de grandes eventos», defendeu Pedro Pinto. «A zona é chi...

4ª Feira Laica

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Para marcar a chegada do Verão, os jardins da Bedeteca abrem-se à diversidade cultural com a Feira de Fanzines e Edições Independentes, a que se associam outras produções livres de gastronomia, artesanato urbano e animação infantil, bem como discos e livros em 2.ª mão. De 24 a 25 de Junho, no Palácio do Contador-Mor, em Lisboa. A Feira Laica é uma iniciativa de uma associação informal de artistas e novos artesãos interessada na organização de eventos onde se possa vender trabalhos a preços justos. É um espaço de encontro entre criadores e público sem a existência de intermediários. Na sala de exposições, duas mostras colectivas: "Tenho visto carteiristas", que permite lançar um olhar furtivo sobre o trabalho de mais de duas dezenas de ilustradores nacionais; e "All Girlzine", a afirmação de um lobby no universo da banda desenhada portuguesa. Feira de Fanzines e Edição Independente Estarão representadas na feira as seguintes entidades: Publicações: Associação Chili C...

Postais...

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Rua Augusta

Festival ForUjazz em Lisboa

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São três dias a jazz em Lisboa, de 19 a 21 de Junho, no âmbito da segunda edição do ForUjazz é dedicada a sonoridades "free" e de vanguarda. O evento abre com um dos mais brilhantes clarinetistas do free jazz a nível mundial: o mestre da improvisação Louis Sclavis. O músico francês apresenta-se com o violoncelista Vincent Courtois. O dia seguinte é marcado pelo regresso do veterano Alexander von Schlippenbach, um dos mais proeminentes líderes da Europa. O pianista alemão apresenta-se com uma formação que se dedica ao repertório do grande Thelonius Monk. O encerramento é protagonizado pelo trio liderado pelo alemão Peter Brötzmann. É conhecido pelos contorcionismos e explorações extremas do saxofone, pelo timbre distinto que consegue tirar do intrumento e por uma surpreendente capacidade de improvisação. O cartaz fica completo com as actuações, a 20 e 21 de Junho, do IMI Kollektief. O grupo multinacional, baseado em Lisboa, estreia o seu primeiro disco. Os concertos acontecem ...

Estilos de vida saudáveis em Lisboa

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Alimentação natural, terapias alternativas e modos de vida ecológicos, vão juntar-se pela primeira vez em Lisboa numa mostra que apela aos portugueses mais preocupados com a saúde e o bem-estar do planeta. A iniciativa vai ter lugar na Cordoaria Nacional, entre sexta-feira e domingo, e reúne várias propostas «alternativas» como produtos naturais, alimentação vegetariana, medicinas e terapias, artes orientais, música, literatura ou ecologia. Segundo a organização, o objectivo da «Lisboa Alternativa» foi juntar num mesmo espaço vários modos de vida alternativos, acompanhando a crescente tendência de oferta de produtos e serviços nesta área. «Até agora havia feiras dedicadas sobretudo à alimentação vegetariana ou à agricultura biológica. Faltava um espaço que acolhesse em simultâneo várias propostas para as pessoas que se preocupam com a saúde e o planeta", disse à Lusa Cristina Teixeira, da Terra Alternativa. Segundo a mesma responsável, este tipo de eventos tem encontrado grande ac...

Lisbon Cow Parade...

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Lisboa ao rubro com a vitória

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Em Lisboa, milhares de adeptos concentraram-se no Parque das Nações. A união faz a força, por isso nada melhor do que assistir em conjunto ao jogo que Scolari classificou «como uma final» Aos golos de Deco e de Cristiano Ronaldo seguiram-se explosões de alegria. No final do jogo, foi a euforia total. Depois da vitória vem a festa e como já é habitual, a concentração foi na rotunda do Marquês de Pombal. O barulho vindo dos carros era quase ensurdecedor. As cores dominantes eram o vermelho e verde das camisolas, cachecóis, lenços e até de óculos. Tudo o que servisse para mostrar o fervor nacionalista.

Brasão da Sé

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Brasão: escudo de vermelho, tiara papal de prata, guarnecida de ouro e de pedraria azul e púrpura, com as suas ínfulas; no ponto de honra, escudete de prata com uma cruz de vermelho, solta, maçanetada de doze bolotas de ouro, com os casculhos de verde. Coroa mural de prata de três torres. Listel branco, com a legenda a negro: "SÉ - LISBOA".

James Blunt hoje no Coliseu de Lisboa

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James Blunt actua hoje no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, às 21h00. O cantor britânico traz na bagagem o seu álbum de estreia, "Back to Bedlam", onde se inclui o êxito 'You're Beautiful'. Esta é a primeira vez que o artista se apresenta nos palcos nacionais, já que em Novembro de 2005 não chegou a estar presente na cerimónia de entrega dos prémios MTV Europe Music Awards, que se realizaram no Pavilhão Atlântico, em Lisboa. O cantor ganhou o troféu para Artista Revelação, mas não pode vir recebê-lo pessoalmente por, na altura, se encontrar em digressão nos EUA. No dia seguinte ao concerto do Coliseu de Lisboa (a 17 de Junho), James Blunt ruma ao sul para actuar no Algarve Summer Festival, onde é cabeça-de-cartaz do primeiro dia do evento.

Lisboa

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Eu nasci numa cidade que em verso Escreveu alguém, que foi berço Dos caminhantes do mar Ah, vivi entre pardais e andorinhas E gaivotas ribeirinhas Que andam no céu a cantar! Ai, LisboaTerra bem nobre e leal Tu és o castelo da proa Da velha nau Portugal Ai, Lisboa Cheiram a sal os teus ares Deus pôs-te as ondas aos pés Porque és tu a rainha dos mares! Foi ali que pra brincar com o demónio Veio até nós Santo António Que tão asceta insular Eu abri nos brandins do airado Uma voz feita ao fado Nesta canção popular (Amália)

Freguesia da Sé

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Situada na zona mais antiga de Lisboa, a freguesia da Sé remonta a sua criação paroquial ao ano de 1150. Logo após a tomada de Lisboa, em 1147, D. Afonso Henriques mandou arrasar uma mesquita sobre cujos restos se construiu a igreja matriz que seria elevada a catedral metropolitana por D. João I, em 1393. Também designada por Igreja de Santa Maria Maior, a Sé é o monumento mais antigo e venerável da cidade, símbolo da arquitectura medieval religiosa. Único monumento lisboeta de fundamento românico, é também filão de jazidas arqueológicas da ocupação romana, visigótica e árabe. Apareceram há pouco vestígios da antiga mesquita, construída entre os séculos IX e X. Foram descobertos no jardim do claustro, construído ao tempo de D. Dinis. O arqueólogo responsável pela escavação, José Luís de Matos, apoia-se no texto do cruzado Osberno, referindo que a grande mesquita de Lisboa era vermelha: uma das paredes ainda apresenta esse pigmento. Foi escavada a zona das abluções e descobertas moedas...

Palácio Monte Real / Centro Social da Sé

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Palacete de finais do século 18, mantendo as suas características originais, exteriormente de grande sobriedade e interiormente decorado com pinturas murais e tectos de estuques oitocentistas, destacando-se o salão nobre com decoração "Estilo Império", com pinturas imitando os frescos de Pompeia e a sala do piso térreo com decoração ao estilo Luís XIV, com bustos, liras, coroas de louros dourados sobre painéis em madeira pintada de branco, com aplicação de espelhos. Outras salas no piso térreo têm pinturas murais, figurando elementos geométricos, vegetalistas, grifos, anjos e quadriga. A escada principal tem guarda em madeira entalhada, com decoração quadrifoliada, revivalista neo-gótica, tal como as janelas rasgadas na caixa das escadas, mas o vidro que a fecha tem já decoração arte nova e a do topo, sob a clarabóia, é neoclássica. Uma das salas do andar nobre conserva silhar de azulejos de albarradas, intercaladas com açafates, tardo-barrocos; uma outra tem decoração neoroc...

Chafariz d' El - Rey / Chafariz de São João

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Trata-se de um dos mais paradigmáticos chafarizes da cidade de Lisboa, não só pela sua ancestralidade (já referenciado documentalmente no reinado de D. Afonso II), alvo de sucessivas intervenções ao longo do tempo - que lhe determinaram drásticas mudanças plásticas - como também pela monumentalidade e erudição do seu traçado. É um chafariz com espaldar definido por extenso muro rectangular em cantaria, correspondente ao embasamento de um palácio, que sobre ele se eleva. Reconhece-se pano de muro (a SE.) ritmado por pilastras em silharia fendida e friso de cantaria que compartimentam a superfície em caixotões rectangulares encimados por outros quadrados. Destaca-se o conjunto ao centro, com o caixotão quadrado animado por pedra de armas de Portugal, sobrepujado por frontão triangular. A decoração do espaldar é completada por 2 medalhões escultóricos decorados com caravelas que ladeiam a pedra de armas. O espaldar apresenta remate superior desenvolvido em 2 registos, ambos definidos por ...

A Sé

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A Sé de Lisboa foi construída no local de uma antiga mesquita, para o primeiro bispo de Lisboa, o cruzado inglês Gilbert de Hastings. Devastada por três terramotos no sec. XV, bem como pelo de 1755 - foram bastante inclementes para com a Matriz de Lisboa, dedicada a Santa Maria Maior, que sofreu danos e foi sendo renovada ao longo dos séculos. A Sé de hoje é uma mistura de estilos. O interior é de três naves com seis tramos, sendo a central coberta por abóbada de canhão e as laterais por abóbadas de aresta, com um falso trifório em grande parte do seu perímetro superior. O transepto é igualmente abobadado, coroado por rosáceas em ambos os topos. A cabeceira, substituída nos reinados de D.Afonso IV e D. João I, seria provavelmente formada por ousia e dois absidíolos semicirculares abobadados. No coração do templo, o cruzeiro era iluminado por uma torre-lanterna de vários andares, caída em 1755. A fachada, com as duas torres sineiras ameadas, bem como a esplêndida rosácea, mantém um só...

Centro de Estudos Judiciários

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É longa e rica a história do local onde se situa, actualmente, o Centro de Estudos Judiciários. Sabe-se que nesse lugar existiu um paço que terá servido de residência real desde o tempo de D. Afonso III. Esse edifício teve, ao longo da história - por vezes, em simultâneo - vári as denominações. Foi "Paços de a-par-de S. Martinho" por se situar em frente da igreja paroquial que tinha como orago o referido santo, tida por uma das mais antigas de Lisboa. O Paço e o templo estavam ligados por um arco ou passadiço. Foi "Paço dos Infantes", tendo sido aventado que essa denominação derivou de nele terem habitado os filhos de D. João I. Júlio de Castilho, ilustre olisipógrafo, sustentou ser outra a origem da denominação, defendendo que os Infantes que deram nome ao paço devem ser os filhos do Rei D. Pedro I e de D. Inês de Castro, os célebres D. João e D. Dinis. Esta tese encontra arrimo no cronista Fernão Lopes que, referindo-se a factos do tempo do Rei D. Fernando, diz q...

Casa dos Bicos

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Em 1506 D. Afonso de Albuquerque já possuía, neste sítio, casas ou pelo menos terrenos. Em 1521 Afonso Brás de Albuquerque, presidente do Senado em Lisboa e protegido do rei D. Manuel, vai a Itália na esquadra que conduziu a Sabóia a Infanta D. Beatriz, onde terá tido contacto com o novo gosto dos palácios "dei diamanti". De regresso a Portugal fez erguer a sua "Casa dos Diamantes" em 1523 na Ribeira Velha (actual Campo das Cebolas), para sua habitação. Em 1581 morre o seu fundador e a posse da casa passou para as mãos de João Afonso de Albuquerque, de 1620 a 1642, depois de um longo período de litígio entre a família. Em 1755 ainda estava na posse da família, Menezes e Albuquerque. O terramoto causou grandes estragos, deitando abaixo a fachada principal (dava para a então R. Afonso de Albuquerque) e 2 andares da fachada da actual R. dos Bacalhoeiros. Em 1827 D. Francisco Menezes e Albuquerque, por dívidas, deixou que a casa fosse vendida em praça. Arrematou-a Caet...

Terreiro do Trigo/Campo das Cebolas

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O edifício do Ministério das Finanças, onde funciona presentemente a Direcção-Geral das Alfândegas e dos Impostos Especiais sobre o Consumo conjuntamente com outros serviços do mesmo Ministério, construído após o terramoto do 1º de Novembro de 1755 em substituição da Alfândega Nova de D. Manuel I, que substituíra, por sua vez, a Alfândega Velha de D. Dinis, esta em um outro local - em zona próxima da actual Rua da Padaria - foi destinado para a Alfândega de Lisboa pelo Marquês de Pombal. Aquela Alfândega do Rei Venturoso, de quem disse Rafael Bluteau no seu Vocabulário Português e Latino, de 1712, que «é sem controvérsia a mais cómoda e sumptuosa das que vi em todos os reinos em que tenho estado», depois de ter ruído e de ter sofrido um incêndio, foi reconstruída novamente para a Alfândega de Lisboa, em risco conjunto para todo o antigo Terreiro do Paço, passando a chamar-se, a partir dessa data, Praça do Comércio, pois as novas obras foram custeados por um donativo de 4% oferecido p...

Igreja paroquial dos Olivais (antiga)

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Do Séc. 14 data a fundação da primitiva igreja. Em 1397, é criada a paróquia e a freguesia pelo Arcebispo de Lisboa, D. João Anes. Em 1420 a convite do pároco instalam-se em dependências da igreja paroquial alguns religiosos, os cónegos regulares da ordem de São João Evangelista (Lóios), aí permanecendo até 1645. Em 1483 o arcebispo de Lisboa, D. Jorge da Costa concede, ao reitor do convento dos Lóios de Santo Elói, o privilégio de apresentar o pároco da igreja dos Olivais. No Séc. 17 dá-se a reedificação da igreja. Em 1755, o terramoto terá causado danos de relevo, uma vez que o pároco se desloca da sua residência para o convento de São Bento. Em Outubro de 2001 é inaugurado o Centro Social e Paroquial de Stª Maria dos Olivais.

Igreja de Santo António

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A popular Igreja de Santo António encontra-se alegadamente no local da casa onde o santo nasceu. A cripta com entrada pela sacristia é tudo o que resta da igreja original que foi destruída pelo terramoto de 1755. A nova igreja foi iniciada em 1757 sob a direcção de Mateus Vicente, arquitecto da Basílica da Estrela. A Igreja foi parcialmente paga pelas crianças que pediam "um tostãozinho para o Santo António e como podemos ver hoje o chão da capela está coberto de moedas, e as paredes exibem mensagens de devotos. Planta longitudinal, em cruz latina, registando-se o chanframento externo da ábside. Na volumetria paralelepipédica da igreja destaca-se o tambor poligonal que se eleva sobre o cruzeiro, apresentando cobertura piramidal de 8 faces. A restante cobertura realiza-se em telhado a 2 águas. A fachada principal O., precedida por uma escadaria rasgada em leque, é flanqueada por pilastras jónicas e encontra-se dividida em 3 panos por colunas da mesma ordem que abrangem os 2 andare...

Museu Antoniano

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Localizado junto à Sé de Lisboa, na casa onde se julga que nasceu o Santo, no século XII, este museu municipal reúne colecções de iconografia (escultura, gravura, pintura e cerâmica), bibliografia e alfaias litúrgicas que evocam o culto de Santo António e as diversas vertentes da sua devoção, especialmente as de carácter popular e urbana que lhe estão associadas. Horário de visitas: - Todos os dias excepto à segunda-feira e feriados: das 9:00 às 13:00 e das 14:00 às 18:00 Telefone: 218.860.447