Terreiro do Trigo/Campo das Cebolas
O edifício do Ministério das Finanças, onde funciona presentemente a Direcção-Geral das Alfândegas e dos Impostos Especiais sobre o Consumo conjuntamente com outros serviços do mesmo Ministério, construído após o terramoto do 1º de Novembro de 1755 em substituição da Alfândega Nova de D. Manuel I, que substituíra, por sua vez, a Alfândega Velha de D. Dinis, esta em um outro local - em zona próxima da actual Rua da Padaria - foi destinado para a Alfândega de Lisboa pelo Marquês de Pombal. Aquela Alfândega do Rei Venturoso, de quem disse Rafael Bluteau no seu Vocabulário Português e Latino, de 1712, que «é sem controvérsia a mais cómoda
e sumptuosa das que vi em todos os reinos em que tenho estado», depois de ter ruído e de ter sofrido um incêndio, foi reconstruída novamente para a Alfândega de Lisboa, em risco conjunto para todo o antigo Terreiro do Paço, passando a chamar-se, a partir dessa data, Praça do Comércio, pois as novas obras foram custeados por um donativo de 4% oferecido pelos comerciantes e cobrado pelas alfândegas sobre importações. A Alfândega de Lisboa aí funcionou até ao Estado Novo do Dr. Oliveira Salazar, sendo Ministro das Obras Públicas Duarte Pacheco quando, em 1940, foi alterada a traça daquele edifício o qual foi transformado no chamado Palácio das Finanças, através de grandes arranjos interiores, nomeadamente uma monumental escadaria.
Então, a velha Alfândega de Lisboa, passou a funcionar no Terreiro do Trigo, no antigo celeiro, construção pombalina de 1766, codificado por D. José I, onde se podem ler em lápide, encimando a porta principal, os seguintes dizeres: «para segurar a abundância do pão aos moradores da sua nobre e leal cidade de Lisboa e desterrar dela a impiedade dos monopólios».
Recentemente, a Alfândega de Lisboa, mudou de designação, passando a chamar-se Direcção Regional de Contencioso e Controlo Aduaneiro de Lisboa e sendo promovidas a alfândegas as antigas Delegações Aduaneiras existentes na cidade bem como muitas outras espalhadas pelo território nacional.
No edifício do Terreiro do Trigo estão hoje instalados, além da Direcção Regional de Contencioso e Controlo Aduaneiro de Lisboa, muitos outros serviços da própria Direcção-Geral das Alfândegas e dos Impostos Especiais sobre o Consumo como a Biblioteca, em cujas instalações se encontram também um Arquivo Histórico e um Museu Histórico.
e sumptuosa das que vi em todos os reinos em que tenho estado», depois de ter ruído e de ter sofrido um incêndio, foi reconstruída novamente para a Alfândega de Lisboa, em risco conjunto para todo o antigo Terreiro do Paço, passando a chamar-se, a partir dessa data, Praça do Comércio, pois as novas obras foram custeados por um donativo de 4% oferecido pelos comerciantes e cobrado pelas alfândegas sobre importações. A Alfândega de Lisboa aí funcionou até ao Estado Novo do Dr. Oliveira Salazar, sendo Ministro das Obras Públicas Duarte Pacheco quando, em 1940, foi alterada a traça daquele edifício o qual foi transformado no chamado Palácio das Finanças, através de grandes arranjos interiores, nomeadamente uma monumental escadaria.Então, a velha Alfândega de Lisboa, passou a funcionar no Terreiro do Trigo, no antigo celeiro, construção pombalina de 1766, codificado por D. José I, onde se podem ler em lápide, encimando a porta principal, os seguintes dizeres: «para segurar a abundância do pão aos moradores da sua nobre e leal cidade de Lisboa e desterrar dela a impiedade dos monopólios».
Recentemente, a Alfândega de Lisboa, mudou de designação, passando a chamar-se Direcção Regional de Contencioso e Controlo Aduaneiro de Lisboa e sendo promovidas a alfândegas as antigas Delegações Aduaneiras existentes na cidade bem como muitas outras espalhadas pelo território nacional.
No edifício do Terreiro do Trigo estão hoje instalados, além da Direcção Regional de Contencioso e Controlo Aduaneiro de Lisboa, muitos outros serviços da própria Direcção-Geral das Alfândegas e dos Impostos Especiais sobre o Consumo como a Biblioteca, em cujas instalações se encontram também um Arquivo Histórico e um Museu Histórico.
Ao passear pelo Campo das Cebolas, contorne a Igreja da Conceição Velha pela Rua dos Arameiros, segue-se pela Rua dos Bacalhoeiros onde se encontram casas de pasto tradicionais e a antiga Loja das Conservas que oferece «mimos» do mar português em vistosas embalagens.
Mais à frente tem a Casa dos Bicos.
A cerca de 500 m, virando à esquerda pelo Arco de Jesus (antes Porta Velha do Mar), encontrará vestígios da muralha moura da cidade.

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