Graffiti fora de controlo em Lisboa
O vice-presidente da Câmara de Lisboa, Fontão de Carvalho, admitiu que a falta de capacidade de fiscalização da autarquia poderá ter contribuído para a proliferação dos «graffiti» na cidade, um problema que gera queixas dos turistas.
«Quer a própria câmara, através dos seus fiscais, quer a Polícia Municipal têm que actuar de forma diferente, não só em termos de qualidade como quantidade para detectar e corrigir estas situações a tempo», disse à agência Lusa o também presidente da Associação de Turismo de Lisboa (ATL), à margem de um almoço de trabalho com a Associação de Hotéis de Portugal.
A questão foi levantada pelo seu antecessor na ATL, Luís Alves de Sousa, ao questionar o que a câmara pretende fazer para resolver esta situação, que «motiva queixas frequentes dos turistas».
Fontão de Carvalho admitiu a «falta de capacidade de fiscalização» da autarquia para resolver este problema e lembrou os escassos meios humanos para o fazer.
A Polícia Municipal de Lisboa devia ter um quadro com 900 agentes e apenas tem 400, dos quais 50 vão passar à reforma, elucidou.
No entanto, acrescentou, o corpo da Polícia Municipal vai ser reforçado com mais 150 agentes, o que irá permitir aumentar a fiscalização.
Em declarações à agência Lusa, o vice-presidente da autarquia afirmou que o reforço da Polícia Municipal pode atenuar o problema, mas não o vai resolver».
«O problema tem de ser resolvido com outros tipos de intervenção, mas penso que o aumento da fiscalização quer dos fiscais da Câmara, quer da Polícia Municipal pode atenuar muito o efeito dos «graffiti»», sublinhou.
Para Fontão de Carvalho, este é «um problema complicado que existe em inúmeras cidades espalhadas pelo mundo», mas que poderá ser reduzido através de campanhas de prevenção e sensibilização junto das pessoas.
«Quer a própria câmara, através dos seus fiscais, quer a Polícia Municipal têm que actuar de forma diferente, não só em termos de qualidade como quantidade para detectar e corrigir estas situações a tempo», disse à agência Lusa o também presidente da Associação de Turismo de Lisboa (ATL), à margem de um almoço de trabalho com a Associação de Hotéis de Portugal.A questão foi levantada pelo seu antecessor na ATL, Luís Alves de Sousa, ao questionar o que a câmara pretende fazer para resolver esta situação, que «motiva queixas frequentes dos turistas».
Fontão de Carvalho admitiu a «falta de capacidade de fiscalização» da autarquia para resolver este problema e lembrou os escassos meios humanos para o fazer.
A Polícia Municipal de Lisboa devia ter um quadro com 900 agentes e apenas tem 400, dos quais 50 vão passar à reforma, elucidou.

No entanto, acrescentou, o corpo da Polícia Municipal vai ser reforçado com mais 150 agentes, o que irá permitir aumentar a fiscalização.
Em declarações à agência Lusa, o vice-presidente da autarquia afirmou que o reforço da Polícia Municipal pode atenuar o problema, mas não o vai resolver».
«O problema tem de ser resolvido com outros tipos de intervenção, mas penso que o aumento da fiscalização quer dos fiscais da Câmara, quer da Polícia Municipal pode atenuar muito o efeito dos «graffiti»», sublinhou.
Para Fontão de Carvalho, este é «um problema complicado que existe em inúmeras cidades espalhadas pelo mundo», mas que poderá ser reduzido através de campanhas de prevenção e sensibilização junto das pessoas.
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