Alkantara Festival arranca hoje em Lisboa

O Alkantara Festival, que começa hoje em Lisboa, apresentará 34 espectáculos de companhias de dança de 15 países, incluindo Portugal, com nomes como os de Jérome Bel, Romeo Castellucci, João Fiadeiro ou Gustavo Ciríaco.
O festival, herdeiro do movimento «Danças na Cidades» que por falta de verbas deixou de acontecer em 2002, «espalhar-se-á» pela cidade devendo decorrer em 15 espaços tradicionais de espectáculo e em 16 espaços não convencionais com o armazéns, estações de comboio ou um apartamento.
Pela primeira vez, este ano, além da dança o Festival vai integrar «perfomances» e teatro.
«Tal como o seu nome indica, este festival procura fazer pontes inter-culturais, nomeadamente entre Portugal e países fora da União Europeia, e por outro lado, entre diferentes artes», explicou à agência Lusa o seu director Mark Deputter.
Com uma «programação que não é evidente» nem a «mais fácil», como reconheceu Deputter, o festival «visa um público alargado».
A Needcompany & Jan Lauwers abrem sexta-feira às 21:00 o Festival, no Teatro São Luiz, com «Isabella´s room», às 24:00 será altura para o Teatro Praga, que se apresenta no Picadeiro do Teatro da Politécnica «DiscoTheater».
Gustavo Ciríaco e Andrea Sonnberger levam o público a dar um passeio por Alfama, com partida do Museu do Fado às 11:00, 17:00 e 19:00.
À noite, entre outras propostas, os Artistas Unidos, de Jorge Silva e Melo com Tó Safo, apresentam, na capela da cadeia das Mónicas, à Graça, «Paixão segundo João», que aborda o quotidiano num hospital psiquiátrico.
Domingo, dia 04, acontecem os «Encontros Imediatos», onde se apresentam 16 projectos em espaços não convencionais - de jardins a palácios, galerias ou clubes desportivos - que propõem um percurso cultural inesperado que será desfrutado pelo público das 11:00 às 24:00 e findo o qual o público escolherá o melhor.
O teatro volta a acontecer segunda-feira com Ralbih Mroué, que apresenta às 21:00, no Teatro Maria Matos, «Who´s Afraid of Representation?».
Outro destaque do festival é Patrícia Portela que apresenta, dia 1 2, «Flatland trilogia».
Societas Raffaello Sanzio, com Romeo Castellucci, apresenta dia 15 «Tragédia endogonidia» onde se introduziram temas universais como o nascimento, o envelhecimento, a morte e «o abismo do tempo».
João Fiadeiro apresenta dia 17, no Centro Cultural de Belém, «I am here».
Domingo, dia 18, quando encerra o Alkantara, Inês Jacques apresenta no Teatro Maria Matos, «Renée Adorée».
Dinarte Branco, com Pedro Carraça, encerram o Festival apresentando «O senhor Armand, vulgo Garrincha» no Clube Rio de Janeiro, ao Bairro Alto.
O Festival é uma iniciativa da associação Alkantara em parceria com a E GEAC (Empresa municipal de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural) e em co-produção com os teatros de São Carlos, São Luiz, Maria Matos, Centro Cultural de Belém e Culturgest.
O festival, herdeiro do movimento «Danças na Cidades» que por falta de verbas deixou de acontecer em 2002, «espalhar-se-á» pela cidade devendo decorrer em 15 espaços tradicionais de espectáculo e em 16 espaços não convencionais com o armazéns, estações de comboio ou um apartamento.
Pela primeira vez, este ano, além da dança o Festival vai integrar «perfomances» e teatro.
«Tal como o seu nome indica, este festival procura fazer pontes inter-culturais, nomeadamente entre Portugal e países fora da União Europeia, e por outro lado, entre diferentes artes», explicou à agência Lusa o seu director Mark Deputter.
Com uma «programação que não é evidente» nem a «mais fácil», como reconheceu Deputter, o festival «visa um público alargado».
A Needcompany & Jan Lauwers abrem sexta-feira às 21:00 o Festival, no Teatro São Luiz, com «Isabella´s room», às 24:00 será altura para o Teatro Praga, que se apresenta no Picadeiro do Teatro da Politécnica «DiscoTheater».
Gustavo Ciríaco e Andrea Sonnberger levam o público a dar um passeio por Alfama, com partida do Museu do Fado às 11:00, 17:00 e 19:00.
À noite, entre outras propostas, os Artistas Unidos, de Jorge Silva e Melo com Tó Safo, apresentam, na capela da cadeia das Mónicas, à Graça, «Paixão segundo João», que aborda o quotidiano num hospital psiquiátrico.
Domingo, dia 04, acontecem os «Encontros Imediatos», onde se apresentam 16 projectos em espaços não convencionais - de jardins a palácios, galerias ou clubes desportivos - que propõem um percurso cultural inesperado que será desfrutado pelo público das 11:00 às 24:00 e findo o qual o público escolherá o melhor.
O teatro volta a acontecer segunda-feira com Ralbih Mroué, que apresenta às 21:00, no Teatro Maria Matos, «Who´s Afraid of Representation?».
Outro destaque do festival é Patrícia Portela que apresenta, dia 1 2, «Flatland trilogia».
Societas Raffaello Sanzio, com Romeo Castellucci, apresenta dia 15 «Tragédia endogonidia» onde se introduziram temas universais como o nascimento, o envelhecimento, a morte e «o abismo do tempo».
João Fiadeiro apresenta dia 17, no Centro Cultural de Belém, «I am here».
Domingo, dia 18, quando encerra o Alkantara, Inês Jacques apresenta no Teatro Maria Matos, «Renée Adorée».
Dinarte Branco, com Pedro Carraça, encerram o Festival apresentando «O senhor Armand, vulgo Garrincha» no Clube Rio de Janeiro, ao Bairro Alto.
O Festival é uma iniciativa da associação Alkantara em parceria com a E GEAC (Empresa municipal de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural) e em co-produção com os teatros de São Carlos, São Luiz, Maria Matos, Centro Cultural de Belém e Culturgest.
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