Portugal heróico vai defrontar a Inglaterra
Portugal eliminou a Holanda e alcançou os quartos-de-final do Mundial 2006. Num jogo memorável, o único golo da partida foi marcado por Maniche, aos 23 minutos.
Primeiro tempo bastante equilibrado, com as duas equipas a temerem uma a outra. A Holanda desperdiçou uma boa ocasião logo no primeiro minuto, por Van Bommel, mas foi um parco sinal, já que a selecção nacional, apesar do susto, conseguiu equilibrar as operações nos minutos seguintes.
Num jogo táctico ao máximo, Portugal mostrou uma personalidade invulgar, uma personalidade apenas ao alcance dos eleitos.
Os comandados de Luiz Felipe Scolari marcaram o primeiro golo da partida numa bela jogada colectiva. Cristiano Ronaldo, substituído poucos minutos depois devido a uma entrada assassina de Boulahrouz no início da partida (saiu de campo em lágrimas e foi substituído por Simão), passou para Deco, que cruzou rasteiro para Pauleta. O avançado viu a entrada de Maniche e o médio, após fintar um adversário, rematou certeiro. Como aconteceu no Euro 2004, Maniche marcou mais um golo aos holandeses...
Após o tento, os holandeses pressionaram, mas foi Portugal a criar a melhor oportunidade nos 45 minutos iniciais, mais concretamente nos descontos, com Van der Saar a realizar uma defesa impressionante com os pés após um remate de Pauleta, já próximo da pequena área. Na jogada seguinte, Costinha, de forma infantil, foi expulso após colocar a mão na bola, complicando a tarefa da selecção nacional no segundo tempo.
Com um jogador a menos, Scolari retitou Pauleta e colocou Petit, reforçando o meio campo. A Holanda regressou a pressionar e logo aos 48 minutos, através de Cocu, colocou uma bola na barra. Num jogo heróico, os jogadores nacionais aguentaram com honra a pressão do adversário, com Ricardo a mostrar segurança quando foi chamado a intervir. Aos 62 minutos, Figo, devido a sua experiência, conseguiu a expulsão de Boulahrouz, mas Deco, aos 77 minutos, recebeu ordem de expulsão, numa decisão incompreensível do árbitro da partida.
Os últimos minutos foram dramáticos, com Portugal a aguentar como podia a pressão dos holandeses, espreitando ao máximo o contra-ataque.
Depois deste triunfo, é legítimo Portugal sonhar com o título mundial, num encontro épico que certamente vai ficar na história dos mundiais. A selecção nacional joga agora com a Inglaterra, no próximo sábado.
Primeiro tempo bastante equilibrado, com as duas equipas a temerem uma a outra. A Holanda desperdiçou uma boa ocasião logo no primeiro minuto, por Van Bommel, mas foi um parco sinal, já que a selecção nacional, apesar do susto, conseguiu equilibrar as operações nos minutos seguintes.
Num jogo táctico ao máximo, Portugal mostrou uma personalidade invulgar, uma personalidade apenas ao alcance dos eleitos.
Os comandados de Luiz Felipe Scolari marcaram o primeiro golo da partida numa bela jogada colectiva. Cristiano Ronaldo, substituído poucos minutos depois devido a uma entrada assassina de Boulahrouz no início da partida (saiu de campo em lágrimas e foi substituído por Simão), passou para Deco, que cruzou rasteiro para Pauleta. O avançado viu a entrada de Maniche e o médio, após fintar um adversário, rematou certeiro. Como aconteceu no Euro 2004, Maniche marcou mais um golo aos holandeses...
Após o tento, os holandeses pressionaram, mas foi Portugal a criar a melhor oportunidade nos 45 minutos iniciais, mais concretamente nos descontos, com Van der Saar a realizar uma defesa impressionante com os pés após um remate de Pauleta, já próximo da pequena área. Na jogada seguinte, Costinha, de forma infantil, foi expulso após colocar a mão na bola, complicando a tarefa da selecção nacional no segundo tempo.
Com um jogador a menos, Scolari retitou Pauleta e colocou Petit, reforçando o meio campo. A Holanda regressou a pressionar e logo aos 48 minutos, através de Cocu, colocou uma bola na barra. Num jogo heróico, os jogadores nacionais aguentaram com honra a pressão do adversário, com Ricardo a mostrar segurança quando foi chamado a intervir. Aos 62 minutos, Figo, devido a sua experiência, conseguiu a expulsão de Boulahrouz, mas Deco, aos 77 minutos, recebeu ordem de expulsão, numa decisão incompreensível do árbitro da partida.
Os últimos minutos foram dramáticos, com Portugal a aguentar como podia a pressão dos holandeses, espreitando ao máximo o contra-ataque.
Depois deste triunfo, é legítimo Portugal sonhar com o título mundial, num encontro épico que certamente vai ficar na história dos mundiais. A selecção nacional joga agora com a Inglaterra, no próximo sábado.
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