Alcântara é diferente...
Alcântara participa nas marchas desde 1932 com o patrocínio de SFAE – Sociedade Filarmónica Alunos Esperança, sediada neste bairro na Rua de Alcântara. Devem-se à SFAE alguns dos grandes nomes do teatro amador, bem como de artistas que representam a colectividade na Grande Noite do Fado, organizada pela Casa da Imprensa. As suas actividades desportivas, em várias modalidades, constituem uma ocupação dos tempos livres dos jovens residentes no bairro. Destacando-se o ténis de mesa, tendo a SFAE organizado o 1º torneio de Lisboa.
“Que linda Alcântara / Vem hoje a desfilar / Bonitas vão / As suas carvoeiras / Lisboa, Lisboa / Alcânt’ra sabe a mar / É moça gaiata / Nos gestos e maneiras.
Seus olhos são fogo / Que aquece o coração / calor que’spalha / Pelas ruas da cidade / Certinho compasso / Tem a sua canção / Alcânt’ra que canta / Lisboa sem idade.
(Refrão)
Olhai / Olhai p’rás carvoeiras / Alfacinhas brejeiras / Gaivotas a voar / Cantei / Cantai com o coração / Os tempos que lá vão / D’Alcânt’ra à beira mar.
A noite é de festa / Meu bairro é Alcânt’ra / Alcânt’ra é Lisboa / Alegre e sorridente / Voando, voando / A marcha que encanta / É mais popular / Alcânt’ra é diferente.
Na garganta o cantar / Do arrais pelo convés / Cantigas de amor / São trovas feitas ao Tejo / Bela carvoeira / trás ondas das marés / a alma se acalma / Lisboa ao dar-lhe um beijo”.
Seus olhos são fogo / Que aquece o coração / calor que’spalha / Pelas ruas da cidade / Certinho compasso / Tem a sua canção / Alcânt’ra que canta / Lisboa sem idade.
(Refrão)
Olhai / Olhai p’rás carvoeiras / Alfacinhas brejeiras / Gaivotas a voar / Cantei / Cantai com o coração / Os tempos que lá vão / D’Alcânt’ra à beira mar.
A noite é de festa / Meu bairro é Alcânt’ra / Alcânt’ra é Lisboa / Alegre e sorridente / Voando, voando / A marcha que encanta / É mais popular / Alcânt’ra é diferente.
Na garganta o cantar / Do arrais pelo convés / Cantigas de amor / São trovas feitas ao Tejo / Bela carvoeira / trás ondas das marés / a alma se acalma / Lisboa ao dar-lhe um beijo”.
Letra de Constantino Menino
Letra de Martinho da Silva

Comentários