A Confeitaria Lusitana

Antes subir a Travessa do Almada, rumo às Pedras Negras. E logo aqui a seguir à esquina, encontra-se a porta do nº2 da Travessa do Almada, já sem o letreiro em azulejo que ainda existia por volta de 1920 e que dizia "Confeitaria Lusitana". Por aqui perto, mais para baixo, quase ao fundo da Rua dos Fanqueiros, corria no séc. XVIII a Rua da Confeitaria e os doceiros campeavam na vizinhança. A designação "Confeitaria" perdurou depois do Terramoto na boca do povo. Hoje perdeu-se essa memória e em vez dos azulejos existe é um sinal de estacionamento proibido, o que faz suspeitar que a antiga Confeitaria sirva agora de garagem.Esse mesmo prédio corre ao longo de toda a Travessa do Almada e pertenceu à família dos Condes de Redinha, parentes do Marquês de Pombal a quem a casa talvez tenha também pertencido. O brasão de Pombal ainda existe na frontaria que dá para a Rua das Pedras Negras.

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