Mãe d'água das Amoreiras

Na extremidade do Aqueduto das Águas Livres, a Mãe d'Água das Amoreiras é uma espécie de castelo que outrora serviu como reservatório e que foi projectado e construído para receber e distribuir as águas aduzidas pelo Aqueduto . Componente essencial do abastecimento urbano de água, o desenho original, de 1745, foi concebido pelo arquitecto húngaro Carlos Mardel.

O Reservatório da Mãe d'Água das Amoreiras ficou concluído em 1834 e tornou-se num popular local de encontro para os monarcas e as suas amantes. Hoje o espaço é utilizado para exposições de arte, desfiles de moda e outros eventos.

De linhas arquitectónicas de uma sobriedade invulgar, a construção assenta sobre um envazamento elevado em relação às ruas circundantes e onde, no interior, surge a cascata e a Arca d'Água com 7,5 metros de profundidade e uma capacidade rondando os 5 500 m3. 

Ligada à Mãe d'Água surge a Casa do Registo, o local onde se registavam os caudais de água que partiam através de galerias subterrâneas para os chafarizes e casas nobres da cidade.
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