Museu do Azulejo
Em 1916 a Igreja e algumas dependências do Convento da Madre de Deus são colocadas sob a superintendência do Museu Nacional de Arte Antiga, integrando um percurso de visita sobre o barroco português.
Em 1958 realiza-se no Convento da Madre de Deus da Exposição Comemorativa do 5.º Centenário do Nascimento da Rainha D. Leonor, sob orientação do Engenheiro João Miguel Santos Simões, responsável pela
secção de cerâmica do Museu Nacional de Arte Antiga, e projecto museográfico do arquitecto Francisco Conceição e Silva. A propósito desta exposição levou-se a cabo uma grande campanha de conservação e restauro dos espaços monumentais e de recuperação dos outros espaços conventuais, conducente à instalação do Museu do Azulejo.
Em 1960 é nomeado o Conservador João Miguel dos Santos Simões para organizar uma exposição permanente, dedicada exclusivamente ao Azulejo, no Convento da Madre de Deus.
Em 1971 abre ao público a exposição permanente de azulejos, como secção do Museu Nacional de Arte Antiga, instalado nas dependências confinantes com o Claustro de D. João III, constituindo a génese do Museu Nacional do Azulejo.
secção de cerâmica do Museu Nacional de Arte Antiga, e projecto museográfico do arquitecto Francisco Conceição e Silva. A propósito desta exposição levou-se a cabo uma grande campanha de conservação e restauro dos espaços monumentais e de recuperação dos outros espaços conventuais, conducente à instalação do Museu do Azulejo.Em 1960 é nomeado o Conservador João Miguel dos Santos Simões para organizar uma exposição permanente, dedicada exclusivamente ao Azulejo, no Convento da Madre de Deus.
Em 1971 abre ao público a exposição permanente de azulejos, como secção do Museu Nacional de Arte Antiga, instalado nas dependências confinantes com o Claustro de D. João III, constituindo a génese do Museu Nacional do Azulejo.
Em 1980 é criado o Museu Nacional do Azulejo, tendo como anexo a igreja, a sacristia, a sala do capítulo, o coro e os claustros do Convento da Madre de
Deus.
Em 1983, para receber um dos núcleos da XVII Exposição de Arte, Ciência e Cultura, promovida pelo Conselho da Europa, a área do Museu é alargada pela cedência de dependências da Casa Pia de Lisboa, e o edifício sujeito a grandes obras. Em 1989 foram abertas as salas de exposição permanente respeitantes aos núcleos dos séculos XV, XVI e XVII e em 1990 foi instalada definitivamente a secção de Conservação e Restauro no piso 2.
Deus.Em 1983, para receber um dos núcleos da XVII Exposição de Arte, Ciência e Cultura, promovida pelo Conselho da Europa, a área do Museu é alargada pela cedência de dependências da Casa Pia de Lisboa, e o edifício sujeito a grandes obras. Em 1989 foram abertas as salas de exposição permanente respeitantes aos núcleos dos séculos XV, XVI e XVII e em 1990 foi instalada definitivamente a secção de Conservação e Restauro no piso 2.
Em 1992 abriu a sala João Miguel dos Santos Simões com o núcleo da 1ª metade do século XVIII e em 1994 foi remodelada a sala 4, com a remontagem integral do painel de Nossa Senhora da Vida, e requalificadas as salas 13 e 14.
São várias e muito diferentes as ofertas do Museu Nacional do Azulejo: a visita às salas de exposição permanente de Azulejaria fundamentalmente portuguesa, do século XV ao século XXI, aí se integrando os espaços monumentais do antigo Convento da Madre de Deus; as salas de exposições temporárias; o restaurante e a loja; os Serviços Educativos que propiciam ao público formas de aproximação às colecções e ao edifício do Museu; os Serviços de Inventariação, Investigação, Conservação e Restauro, Biblioteca e Centro de Documentação que desenvolvem e divulgam conhecimentos nas respectivas áreas técnicas e científicas.
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