O Ninho
O Ninho é uma Instituição Particular de Solidariedade Social, que tem por objectivo a promoção humana e social de mulheres vítimas de prostituição. O Ninho conhece, analisa e intervêm na prostituição de rua e noutros locais de prostituição, nomeadamente em: pensões, bares de espera, bares de alterna, hotéis de cinco estrelas, casas de passe fechadas, casas de massagens, agências, bares de luxo.O Ninho, ao longo dos anos, tem tido uma intervenção séria e coerente na denúncia da prostituição, das suas causas e consequências.Parte do conhecimento adquirido ao longo de quase quatro décadas de trabalho directo com pessoas prostituídas e da troca de experiências com organizações congéneres da Europa e do Brasil.
O Ninho foi fundado em Portugal em 1967, seguindo o modelo de O Ninho francês criado em Paris pelo Padre André Marie Talvas, em 1936.
A história de O Ninho insere-se assim na história do trabalho de colaboração entre os Movimentos do Ninho da França, da Bélgica (1980), do Brasil e de outras organizações e movimentos que trabalham directamente com pessoas prostituídas.
O Ninho nasce a partir das necessidades sentidas pelas mulheres prostituídas e estrutura uma metodologia de intervenção que se vai adequando às realidades.
Conhecer o meio prostitucional e os seus agentes foi o início de uma intervenção inovadora que, na década de sessenta poucas pessoas compreendiam.
A história de O Ninho insere-se assim na história do trabalho de colaboração entre os Movimentos do Ninho da França, da Bélgica (1980), do Brasil e de outras organizações e movimentos que trabalham directamente com pessoas prostituídas.
O Ninho nasce a partir das necessidades sentidas pelas mulheres prostituídas e estrutura uma metodologia de intervenção que se vai adequando às realidades.
Conhecer o meio prostitucional e os seus agentes foi o início de uma intervenção inovadora que, na década de sessenta poucas pessoas compreendiam.
Que a prostituição é uma violação dos Direitos Humanos, uma exploração que decorre das injustiças e desigualdades sociais (entre homens e mulheres, ricos e pobres, adultos e crianças).
Que não se combate a prostituição com medidas coercivas, mas por uma política social global, uma transformação das estruturas e uma mudança de mentalidades.
Que é uma empresa comercial gigantesca que despreza a dignidade humana em nome da rentabilidade financeira.
Que não se proíba a prostituição, mas sim que se reprima realmente o proxenetismo organizado.
Que legalizar a prostituição, é legalizar máfias e organizações criminosas, que traficam crianças, mulheres e jovens tornando-os escravos dos tempos modernos, apoiando a violência institucionalizada pelo Estado, tornando-o proxeneta pactuando com criminosos.
É uma Associação espantosa que tem a porta aberta para acolher as mulheres que precisam de ajuda, nos caminhos da rua que percorrem constantemente. Os companheiros também podem bater à porta, podem entrar, há sempre alguém que escuta, compreende, respeita e descobrem caminhos ainda não andados e que são salvadores. ( Padre Vítor Feytor Pinto)
Visite o site: http://www.oninho.pt/

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