Palácio Nisa / Casa Pia
Trata-se de um palácio organizado dentro de um rectângulo, integrando capela como entidade semi-autónoma e tratamento diferenciado ao nível do alçado.
No 3º quartel do séc. 17 foi feita uma doação do antigo paço real de Xabregas à condessa de Unhão, por D. João. Em 1741, pelo casamento do 5º conde de Unhão, D. João Xavier Teles de Meneses e Castro, com D. Maria José da Gama, 4ª marquesa de Nisa, o palácio ganha esta última designação.
No 3º quartel do séc. 17 foi feita uma doação do antigo paço real de Xabregas à condessa de Unhão, por D. João. Em 1741, pelo casamento do 5º conde de Unhão, D. João Xavier Teles de Meneses e Castro, com D. Maria José da Gama, 4ª marquesa de Nisa, o palácio ganha esta última designação.
Em 1862, foi o edifício vendido a um particular pelo último marquês, D. Domingos da Gama tendo, em 1867 sido adquirido pelo Estado, a fim de aí instalar um estabelecimento de correcção de menores, o Asilo de
Maria Pia, criado por decreto de 14 de Março desse ano.
Maria Pia, criado por decreto de 14 de Março desse ano.Em 1867, estando concluídas obras sumárias de reparação e adaptação, ocorre um incêndio que consome todo o edifício, à excepção da capela (de Nª Sª da Conceição). Em 1868 / 1869 foi feita uma rápida reconstrução, graças às contribuições do infante D. Augusto e do cardeal-patriarca D. Manuel Bento Rodrigues.
Em 1869, por morte da última freira do mosteiro da Madre de Deus, a zona conventual é anexada ao Asilo pelo que em 1871 se determinam novas obras, sob orientação do Arq. José Maria Nepomuceno, continuadas após a sua morte (1904) pelo condutor de obras públicas, Liberato Teles.
Em 1928 a instituição passa a designar-se Escola Profissional de D. Maria Pia, um palácio urbano de arquitectura civil residencial,setecentista e oitocentista.
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