Ermida do Senhor Jesus da Boa Nova

O Arquitecto Manuel da Costa Negreiros é o autor da construção do monumento em 1744 / 1748. Em 1775 /1776 a ermida foi parcialmente enterrada devido à construção do aterro que permitiu a passagem da estátua equestre de D. José I, originando a Calçada Nova. Em 1793 houve uma petição da Congregação de
Santo Estevão para autorização da demolição de um pardieiro contíguo à ermida, e para a doação do terrenos fronteiro até ao muro Calçada nova; 1826 - intervenções na ermida e na casa de despacho. Entre 1870 e 1927 a ermida é administrada por uma irmandade secular com o título de Via Sacra. Fizeram-se obras de recuperação da pintura do retábulo, camarim, trono da capela e da urna do altar e em 1872 a vistoria municipal ao local determinou a remoção de um troço da muralha fernandina. Em 1916 foi extinta a Congregação e consequente abandono da ermida. Contudo, em 1928 a Irmandade pediu ajuda a uma irmã benemérita para obras no exterior do edifício. Já nos anos 70 alteou-se o telhado do corpo adossado para construção de um centro de convívio.
Santo Estevão para autorização da demolição de um pardieiro contíguo à ermida, e para a doação do terrenos fronteiro até ao muro Calçada nova; 1826 - intervenções na ermida e na casa de despacho. Entre 1870 e 1927 a ermida é administrada por uma irmandade secular com o título de Via Sacra. Fizeram-se obras de recuperação da pintura do retábulo, camarim, trono da capela e da urna do altar e em 1872 a vistoria municipal ao local determinou a remoção de um troço da muralha fernandina. Em 1916 foi extinta a Congregação e consequente abandono da ermida. Contudo, em 1928 a Irmandade pediu ajuda a uma irmã benemérita para obras no exterior do edifício. Já nos anos 70 alteou-se o telhado do corpo adossado para construção de um centro de convívio.
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