Fundação Calouste Gulbenkian
No Museu, o espaço mais importante de todo o complexo, encontra-se o repositório da colecção reunida por Calouste Gulbenkian durante a sua vida e que legou à instituição que por testamento criou. Inaugurado em Outubro de 1969, alberga uma boa faixa da história da Arte Universal desde a Antiguidade ao nosso século. Destacam-se os núcleos de Arte Egípcia, Greco-Romana, do Oriente Islâmico, do Extremo Oriente, Europeia e de Artes Decorativas. 

Instituição activa, presente, meritória e em constante renovação, organiza e promove com regularidade exposições temporárias, conferências, cursos, concertos, visitas comentadas, actividades culturais e pedagógicas diversas, participando, igualmente, em exposições e colóquios internacionais.
A Biblioteca da instituição, com cerca de 200.000 espécies bibliográficas, é de grande valor e frequentada mensalmente por mais de 3.000 leitores.
Os jardins da Fundação registam igualmente uma numerosa e constante afluência de público, sendo um dos espaços verdes mais procurado pelos lisboetas. Constituem um autêntico parque, detentor de magnífica concepção, possuindo as características ideais para a observação de plantas, na sua maioria devidamente identificadas e assinaladas por espécies.
O parque possui ainda diversos atractivos, tais como estatuária, anfiteatro, tabuleiro gigante de xadrez, um lago, mesas e outros. Perdeu alguma dimensão com a construção do Centro de Arte Moderna (1983). Curiosamente, foi nestes terrenos que, em 1884, se instalou o primeiro Jardim Zoológico da Península Ibérica. Em 1943 foi o local ocupado por uma Feira Popular, que aí se manteve até 1947, ano em que foi transferida mais para Norte.
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